Nos vinhos portugueses com direito a DO (Denominação de Origem) e IG (Indicação Geográfica) aparecem alguns “designativos de qualidade” que são o ponto de orientação para muitos consumidores.
Escolha, Reserva, Grande Reserva, são evidenciados na rotulagem e sugerem estarmos perante um produto de patamar vincadamente superior. Mas, a nível legal, o que significam de facto estas designações? Bem, no caso de um Grande Reserva, a descrição oficial é “menção reservada para vinho associada ao ano de colheita que apresente características organoléticas muito destacadas e um título alcoométrico volúmico adquirido superior, pelo menos, em 1% ao limite mínimo legalmente fixado.”
Assim sendo, e por esta ser uma descrição um pouco “vaga”, há quem defenda que o uso destas designações são pura estratégia de marketing, já que estas designações ainda podem ter pequenas variáveis de região para região.
Opiniões à parte, hoje vamos centrar as nossas atenções nos Grande Reserva que nos chegam do Douro, destacando a diferença de perfil destes vinhos de produtor para produtor, bem como o preço final com que chegam ao consumidor (nota especial para o Adega de Vila Real, um Grande Reserva por apenas 7.13+IVA).
Espreite a nossa seleção de hoje e fique a conhecer estes vinhos que obtiveram boas pontuações na câmara de provadores, e daí a sua designação de “qualidade destacada”.