É no alto Minho, especialmente na sub-região de Monção e Melgaço, que a casta Alvarinho atinge o seu expoente máximo.
Já tem alguma presença nos Estados Unidos, Uruguai, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia, e desde 2019 que é uma das variedades autorizadas na região de Bordéus.
Em Portugal embora comece a ganhar popularidade noutras regiões, desde o Douro ao Algarve, a sua maior expressão continua a ser na região do Minho, onde é a 3ª casta branca, representando mais de 15% da área plantada da região, a esmagadora maioria em Monção e Melgaço.
Mas hoje vamos focar-nos nos Alvarinhos produzidos fora da região dos Vinhos Verdes!
Começamos por sugerir o alentejano Mingorra, porque se há terroir diferente dos Vinhos Verdes, o Alentejo é certamente um deles! Tem cor citrina com laivos esverdeados e aroma expressivo, lembrando laranja e tangerina, algum ananás verde também. Na boca é volumoso, envolvente, com acidez citrina bem integrada no final vivo e persistente.
Não deixe de experimentar também o Quinta de Cidrô Alvarinho, o primeiro Alvarinho produzido no Douro, sendo mais um soberbo resultado da contínua inovação que tem lugar nas vinhas da Real Companhia Velha.
Espreite a nossa seleção de hoje e viaje de norte a sul para conhecer as diferentes versões desta casta tão portuguesa!