São duas das castas brancas mais representativas do nosso país, mas que muitos consumidores associam a vinhos ligeiros, sem grande estrutura e para consumo imediato.
No entanto, ambas se tem mostrado aptas para diversos perfis de vinificação, e nos topos de gama podemos encontrar vinhos secos, de acidez elevada, teor alcoólico mediano, sem grandes excessos aromáticos, com ou sem madeira, sérios, gastronómicos e com elevado potencial de envelhecimento. São vinhos que “fogem” do perfil mais comercial tantas vezes associado à região.
O nosso destaque de hoje segue para o Ameal Reserva 2022. Um Loureiro com reflexos dourados, notas de flores secas, amanteigados, pêssego e raspas de lima. Sensação apimentada e um toque leve de tanino. Acidez firme, elegante, final longo, com boa capacidade de envelhecimento. 93 pontos na Revista de Vinhos.
Sugerimos ainda o Adega Mãe 221. Um Alvarinho inédito: as melhores barricas do Alvarinho atlântico da AdegaMãe, trabalhadas pelo enólogo Diogo Lopes neste terroir de influência atlântica, conjugadas com o melhor Alvarinho de Anselmo Mendes, oriundo da Região dos Vinhos Verdes. 2 regiões, 2 enólogos, 1 uma casta: eis um Alvarinho inédito, pleno de frescura, complexidade e originalidade.
Para conhecer esta e outras sugestões, espreite a nossa seleção de hoje e permita-se fugir ao convencional.